Existe um jeito “roqueiro” de trabalhar?

Se tem uma coisa que o rock sempre fez muito bem foi derrubar rótulos. E, curiosamente, acabou criando alguns dos seus próprios. Basta alguém aparecer de camiseta preta, tênis gasto, barba por fazer e uma caneca de café na mão que logo alguém solta: “esse aí tem cara de roqueiro”. Mas será que existe mesmo um jeito roqueiro de trabalhar? Ou isso é só mais um daqueles clichês que insistem em sobreviver, mesmo depois de tantas décadas de guitarras no talo?

O cérebro de quem ouve rock funciona diferente?

Tem uma pergunta que aparece de tempos em tempos, principalmente quando alguém vê um roqueiro completamente envolvido por uma música, arrepiado da cabeça aos pés, cantando cada verso como se aquilo fosse um pedaço da própria vida: afinal, o cérebro de quem ouve rock funciona diferente?

20 hábitos que entregam um roqueiro

Tem gente que tenta esconder. Coloca uma camisa lisa, tira a pulseira de couro, deixa a barba mais comportada e acha que ninguém vai perceber. Só que o rock não mora na roupa. Mora nos pequenos detalhes. Está na maneira de andar, de ouvir música, de comentar um filme, de escolher um livro ou até de organizar uma coleção de discos. É quase como um sotaque invisível.

Como o rock ajudou pessoas tímidas a encontrarem identidade social

Tem gente que entra numa festa e, em cinco minutos, já conhece metade das pessoas. E tem gente que leva meia hora só para decidir onde vai ficar em pé. Se você faz parte do segundo grupo, fica tranquilo. A história do rock está cheia de músicos, fãs e personagens que descobriram que não precisavam mudar quem eram para encontrar seu lugar no mundo. Bastava encontrar a turma certa.

Capas de discos que geraram escândalo: quando o rock provocou antes mesmo da primeira música tocar

Tem gente que compra um disco pela banda. Outros pela música. Mas existe uma turma que nunca conseguiu esquecer uma capa. E convenhamos: o rock sempre soube que uma imagem podia fazer tanto barulho quanto um solo de guitarra. Muito antes das redes sociais, uma ilustração, uma fotografia ou uma montagem bastavam para provocar protestos, processos, censura e até recolhimentos inteiros de álbuns.

A relação entre motos, estrada e rock and roll: quando o acelerador encontra a guitarra

Existe um momento mágico que todo apaixonado por rock conhece. Você coloca uma música para tocar, gira a chave da moto, sente o motor vibrar e, por alguns segundos, o mundo inteiro parece diminuir de tamanho. Não importa se a estrada leva até outra cidade ou apenas até a esquina. O que importa é aquela sensação de que, durante o trajeto, ninguém manda em você.

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