O que significa ser roqueiro hoje?

Os seguidores do Rock na Era Digital e a relação com seu passado Existe uma pergunta que ronda festivais, rodas de amigos, lojas de discos, playlists de streaming e até vídeos curtos nas redes sociais: afinal, o que significa ser roqueiro hoje? Houve um tempo em que essa resposta parecia simples. Ser roqueiro era vestir […]

O renascimento do vinil: nostalgia ou qualidade?

Existe um som que não sai de moda. Não importa quantas playlists caibam no bolso, quantos algoritmos tentem adivinhar o próximo refrão favorito ou quantos fones prometam “áudio definitivo”. Quando a agulha toca o sulco de um disco de vinil, há um pequeno ritual acontecendo — e o rock sempre soube transformar rituais em cultura.

DIY no rock: da garagem ao sucesso independente

Segura essa frequência, porque agora a gente vai direto para o coração pulsante do rock — aquele que nasce longe dos holofotes, cresce no improviso e explode no mundo com atitude. Quando falamos de “faça você mesmo”, estamos falando de uma filosofia que moldou o DNA do rock moderno. Muito antes de algoritmos e plataformas digitais, bandas já estavam gravando demos em fitas cassete, prensando vinis por conta própria e distribuindo música no porta-malas do carro. Essa ética DIY (Do It Yourself) não é só uma estratégia — é uma declaração de independência artística.

Quando o Rock Salvou Monty Python: a improvável aliança que criou duas das maiores comédias da história

Existe um momento mágico na cultura pop em que duas forças aparentemente diferentes — o humor nonsense e o rock de arena — se encontram e criam algo eterno. Foi exatamente isso que aconteceu quando Monty Python cruzou seu caminho com gigantes como Led Zeppelin, Pink Floyd, Genesis, Jethro Tull e, mais tarde, George Harrison. Sem essa irmandade improvável entre guitarras, riffs e humor britânico, talvez o mundo jamais tivesse conhecido duas obras-primas: Monty Python e o Cálice Sagrado e A Vida de Brian.

Moda rock: da jaqueta de couro ao streetwear contemporâneo

Desde os primórdios do rock, lá entre os anos 50 e 60, a música já ultrapassava o som e começava a moldar comportamento — e vestimenta. A jaqueta de couro, eternizada por nomes como Elvis Presley, não era apenas uma peça estética: funcionava como uma verdadeira armadura simbólica, representando atitude, rebeldia e um grito silencioso contra o sistema.

Joy Division & New Order: quando o rock morreu… e voltou dançando

Senhoras e senhores do dial imaginário, apaguem as luzes do estúdio. Fechem os olhos. Agora imagine uma cidade cinza, industrial, úmida, envolta em concreto, fumaça e ansiedade. Imagine a Inglaterra do fim dos anos 70, um lugar onde o punk já havia explodido como um coquetel molotov, mas deixara no ar uma pergunta: o que vem depois da raiva?

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